MÚSICA | AS DEZ MELHORES CANÇÕES DO STONE TEMPLE PILOTS

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Não vamos reverter a perda, por isso decidimos celebrar a arte.

Depois da inesperada e triste despedida de Scott Weiland, resta aos fãs o registro imortal de seu talento. Seus doces versos (por muitas vezes também amargos) encontram-se mergulhados em uma performance explosiva e visceral. Uma sincera atitude nem sempre adequada, mas definitivamente original.

Para o saudosismo de seus admiradores, o nosso Top 10 Stone Temple Pilots.

10) Creep (Core, 1992)

Gravado em 1993 a versão acústica supera por seus detalhes minimalistas e profundidade vocal a versão original, presente no álbum de estréia Core. A voz de Weiland apresenta-se na sua condição máxima.

9) Lady Picture Show (Tiny Music… Songs from the Vatican Gift Shop. 1996)

O resgate setentista, os excessos investidos em swing e glam rock, acabaram por resultaram em uma das mais cativantes canções do Stone Temple Pilots.

8) Cinnamon (Stone Temple Pilots, 2010)

Presente no homônimo e último álbum lançado com Weiland ainda nos vocais, “Cinnamon” se destaca por representar uma total ruptura do grupo com o seu passado hard rock melancólico. A canção animada, elétrica e exageradamente positiva, inicialmente se perdeu na preferência de admiradores veteranos, mas conquistou graças a sua simpatia uma nova geração de fãs.

7) Too Cool Queenie (Shangri-La Dee Da, 2001)

Presente no álbum que marca o retorno do grupo após um conturbado rompimento, a deliciosa “Too Cool Queenie” apresenta o clássico swing californiano percussivo, pontuado por solos de guitarra econômicos mas definitivamente eficientes. Curiosamente, a letra descreve a explosiva relação entre Kurt Cobain e Courtney Love, amiga pessoal de Weiland desde a formação do Stone Temple Pilots. Apesar de declarada como homenagem, a crítica subjetiva sobre a carreira pós Cobain de Courtney é tratada como um obscuro cavalo de tróia.

6) Sour Girl (Nº 4, 1999)

Gravado após (contabilize) reabilitação, prisão temporária e o divórcio de Scott Weiland, o quarto álbum de estúdio do Stone Temple Pilots apresenta uma belíssima pérola semi-acústica. Dedicada a sua ex-mulher, “Soul Girl” é uma declaração de acordo ao relacionamento fracassado além de pontuar a constante luta de Scott contra o vício da heroína. O título do álbum provavelmente não se refere apenas ao fato deste ser o quarto álbum da banda, mas também a uma particular forma pura de heroína, conhecida como “Nº 4”, nomeada assim por conta da sua etapa de refinamento.

5) Vasoline (Purple, 1994)

Uma das mais populares canções de toda discografia do Stone Temple Pilots é provavelmente a maior conexão entre Weiland e a obra do grupo, pois mesmo em carreira solo ou como integrante de outros projetos como o Velvet Revolver, Scott nunca deixou de cantar “Vasoline” para o deleite de sua base veterana de fãs.

4) Trippin’ On A Hole In A Paper Heart (Tiny Music… Songs from the Vatican Gift Shop. 1996)

A explosão, o riff emergencial, e a declaração de redenção de Weiland, são elementos hipnotizantes presentes nesta incrível canção, cujo refrão tornou-se título da autobiografia lançada em parceria por Scott e o jornalista David Ritz em 2012, o best seller “Not Dead and Not For Sale”.

3) Big Bang Baby (Tiny Music… Songs from the Vatican Gift Shop. 1996)

Ode ao garage rock setentista, a canção que tardiamente me apresentou ao trabalho do grupo é também uma inesgotável fonte de energia para se permitir dançar. Um grande momento.

2) Big Empty (Purple, 1994)

Basta entregar-se a harmonia inicial executada em uma matadora slide guitar para declarar devoção a uma das mais belas canções sobre o término do amor. Incrível.

1) Interstate Love Song (Purple, 1994)

Uma unanimidade entre os fãs e ouvintes casuais, a bela “Interstate Love Song” é sem dúvida alguma a canção de despedida perfeita, com Scott Weiland em sua mais plena e pura performance vocal e poética. Uma pérola grunge brilhantemente anárquica e legendária para com a sua época. Imortal.

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